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Como o Twitter planeja dominar o seu celular

O Twitter está indo além das pequenas mensagens de texto: a empresa laçou hoje um kit de desenvolvimento de software chamado Fabric e através dele que o Twitter vai tentar dominar o seu telefone.

O Fabric oferece um layout simples para que desenvolvedores possam criar seus próprios aplicativos. Isso é bom para os programadores, mas é melhor ainda para o Twitter. Seguindo os passos do Facebook, o Twitter quer se tornar uma potência dos anúncios para aplicativos de terceiros. Se os desenvolvedores usarem a nova plataforma do Twitter, a empresa poderá ganhar dinheiro com os anúncios que forem feitos dentro dela. Além disso, com a possibilidade dos desenvolvedores usarem o Twitter como ferramenta de login, a autenticação da rede social ganhará alcance, da mesma forma que aconteceu com o Facebook. Se os programadores colocarem as incorporações do Twitter em seus anúncios de publicidade, o Twitter terá um alcance muito maior do que ele poderia conseguir com um único produto. O pequeno pássaro azul quer infiltrar todo um universo de novos aplicativos de terceiros usando o Fabric.

A grande proposta do Fabric é ser extremamente simples. Ele se divide em três kits: O Twitter Kit, que integra os aplicativos com a rede social, que permite que ao aplicativos usem a ferramenta de logar com o Twitter; o Crashlytics, que serve para que os programadores possam detectar e acompanhar as eventuais falhas dos aplicativos; e por fim, MoPub, cujo objetivo é integrar anúncios dentro dos aplicativos para que eles gerem lucro.

Se os programadores colocarem as incorporações da rede social em seus anúncios de publicidade, o Twitter terá um alcance muito maior do que ele poderia conseguir com um único produto. E se eles usaram o MoPUb, Twitter ganhará dinheiro com a empreitada. O pequeno pássaro azul quer infiltrar todo um universo de novos aplicativos de terceiros usando o Fabric, ajudar os programadores na tarefa de criar e divulgar seus aplicativos e, por fim, lucrar com isso.

Para melhorar o negócio, o Twitter desenvolveu um programa chamado Digits que irá permitir que os desenvolvedores inscrevam pessoas nos aplicativos usando seus números de telefone em vez de seus endereços de e-mail. Essa é a chave para a abertura de novos mercados, uma vez que — acredite se quiser — existem pessoas que não têm endereços de e-mail. O Twitter também oferecerá suporte para problemas através de um kit chamado Crashlytics.

Este é um grande salto do Twitter. Mat Honan, da Wired, explica:

Uma fonte familiarizada coma  estratégia de negócios do Twitter compara esse movimento a quando o Google começou a se expandir através do Youtube, do Android e do Chrome. “Você poderia se perguntar o que é que o Gmail tem a ver com buscas. Como ele pode ajudar nas buscas? E a resposta é que ele não ajuda. O Gmail valoriza o Google, no entanto, porque faz com que a empresa se torne mais central e importante na vida das pessoas.”

Mas toda essa mudança não afetará o produto principal produto do Twitter, pelo menos não de maneira direta. Não haverá redesign no site ou algum novo recurso. Mas as novidades podem — e devem — encorajar os desenvolvedores a criarem aplicativos complementares para a rede social. Se você é desenvolvedor e quer saber mais sobre o Fabric, inscreva-se aqui.

E embora nada disso vá mudar a maneira como tuitamos, o Fabric pode fazer com que o Twitter se torne uma empresa totalmente diferente.

 

Fonte: Blog do Twitter / Wired

Inbox, o novo app do Google que quer reinventar o email

Hoje, o Google revelou um projeto que está sendo desenvolvido há dois anos. À primeira vista, parece apenas um redesign no Gmail, o que é uma meia verdade. É um sistema completamente novo chamado “Inbox”, que quer reimaginar o conceito de email.

A ideia básica por trás do Inbox é tentar manusear as informações do seu email de uma maneira mais inteligente, destacando coisas importantes, resumindo as mensagens menos relevantes e acrescentando outras informações e lembretes. Lembrou do Google Now enquanto lia isso? É bem por aí mesmo.

Em primeiro lugar, o Inbox quer deixar seu email muito mais fácil de olhar com o que o Google chama de “Destaques”. Como mostra a imagem acima, se um amigo manda uma foto ou se você recebe informações sobre um voo, tudo isto é mostrado no seu feed para que você possa ver sem precisar clicar.

O Inbox também agrupa emails parecidos para que você tenha todas as informações num só lugar. Isto substitui aquelas abas do topo: ao invés disso, emails de promoções, atualizações ou redes sociais aparecem reunidos numa única linha. Você também pode ampliá-los e escolher os que você quer salvar.

Além disso, o Inbox tem uma função que já existia em apps de terceiros, como o Mailbox. Você pode agendar um email para ele reaparecer mais tarde na sua caixa de entrada. Também dá para colocar lembretes do Google na caixa de entrada e eles irão aparecer também no seu Google Now.

O Inbox é visto como uma opção separada do aplicativo tradicional do Gmail. O Google disse ao The Verge que eles acreditam que os usuários irão escolher um ou outro, mas não usar os dois. Definitivamente, há novas funções suficientes para competir com o veterano email.

Você poderá usar o Inbox no seu Android, iOS ou no navegador. Para pedir um convite, mande um email para Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. [Google]

 

Fonte: Google

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Operadoras planejam novo formato de cobrança de internet pelo celular

Se você anda meio descontente com a sua operadora e achando que está gastando demais com ela, é melhor se sentar para ler esta notícia: as prestadoras de serviço de telefonia móvel estão pensando em implementar um novo tipo de cobrança de internet via celular que pretende cortar o acesso de quem atingir a franquia contratada. Com a adoção dessa medida, a chamada “velocidade reduzida” deixará de existir para todos.

Essa novidade passará a funcionar a partir de novembro para a operadora Vivo, maior empresa do segmento no país, com mais de 79 milhões de clientes. A companhia apresentará esse formato, primeiramente, para aqueles que tiverem celulares pré-pagos. O serviço, futuramente, será estendido para as pessoas de planos pós-pagos.

Como vai funcionar essa brincadeira?

Ainda é um pouco incerto como todo esse processo funcionará, mas a própria Vivo dá-nos um exemplo: atualmente, um dos pacotes mais usados na modalidade pré-paga custa R$ 6,90 por semana e garante 75 MB para uso durante o mesmo período (valores vigentes para o estado de São Paulo).

Quando ultrapassam o limite da franquia, os clientes usufruem de velocidades até 10 vezes menores do que o contratado. A partir de novembro, aqueles que excederem a cota e ainda quiserem continuar a navegar e utilizar a internet precisarão comprar mais 50 MB por R$ 2,99 para usar pelos próximos sete dias.

E quem vai entrar na brincadeira?

Aparentemente, todas as operadoras do nosso país pretendem adotar esse formato de cobrança. A Oi e a TIM já confirmaram que vão estudar essa proposta e, embora a Claro não tenha se manifestado, é muito provável que ela também vá na onda das adversárias.

Apesar de parecer um tanto estranho para nós, esse sistema de cobrança é o que atualmente funciona em países da Europa e nos Estados Unidos. No país norte-americano, por exemplo, um pacote de 2 GB com a operadora Verizon custa US$ 60 (aproximadamente R$ 150). Quando o cliente consome metade desses dados, ele recebe uma recomendação para contratar 1 GB a mais no valor de US$ 15 (algo em torno de R$ 36).

Motivações?

A chamada “velocidade reduzida” já foi oferecida nos Estados Unidos, mas foi mal recebida pelos clientes que reclamaram da baixa qualidade da conexão. As operadoras nacionais pretendem acabar exatamente com esse estigma também adquirido pelo serviço após exceder o pacote contratado.

A intenção, portanto, é oferecer uma experiência mais fiel em relação à internet que foi contratada pelos consumidores e evitar que uma navegação “capenga” atrapalhe os usuários. Segundo especialistas, boa parte das pessoas passam a maior parte do tempo navegando com a “velocidade reduzida”.

Segundo a legislação vigente, os consumidores precisam ser alertados das alterações em seus planos com 30 dias de antecedência. Portanto, se as companhias cumprirem as regras, não deve haver surpresas na hora que todos os dados de seu contrato forem consumidos.

A outra motivação por traz desse formato é, obviamente, o aumento da receita das operadoras. Muitos consumidores, provavelmente, não ficarão muito contentes com esse novo formato de cobrança principalmente se pensarmos que as prestadoras de serviço estarão “ganhando mais”. Porém segundo especialistas, essa é uma tendência mundial e que, infelizmente, não terá volta depois de implementada.

 

Fonte: O Globo | Tecmundo
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iPhone 6 dobra e causa queimadura de 2º grau na perna de empresário

A poeira da polêmica sobre os iPhones dobráveis parecia ter assentado, mas um novo caso voltou a movimentar a internet. O empresário Phillip Lechter afirma que o seu modelo (que é o tradicional) dobrou enquanto estava em seu bolso, pegou fogo e causou queimaduras.

Lechter estava com a esposa e o filho caçula em um ecotáxi (ou pedicab, que são bancos para passageiros puxados por um motorista em uma bicicleta) quando o veículo quase sofreu um pequeno acidente e tombou parcialmente para o lado. O rapaz foi pressionado contra a lateral da cabine, mas não chegou a se ferir — até que sentiu o aumento repentino de temperatura na perna.

Após sair do veículo, Lechter notou que o iPhone 6, que ele havia comprado havia menos de um mês, tinha pegado fogo após dobrar. A calça jeans e a roupa de baixo do empresário ficaram inutilizadas no ponto de contato com o celular. O resultado? Uma queimadura de segundo grau de 11,5 x 10,5 cm na perna com queimaduras de primeiro grau cercando a área, além de um ferimento parecido na região do quadril (feito na hora de remover o aparelho).

Uma testemunha jogou água e gelo de um copo no iPhone para diminuir o fogo e outra queimou os dedos por tentar pegar o smartphone sem proteção — Lechter usava uma capa de couro para proteger o aparelho. Ele afirma que o iPhone não dobrou tanto quanto mostram as fotos: boa parte do movimento foi produzido após o incêndio, sendo que o vidro e o painel traseiro chegaram até a se separar, facilitando a curvatura.

O rapaz postou o relato e algumas fotos em seu blog, mas não afirmou se vai esperar algum posicionamento da Apple.

 

Fonte: Tecmundo

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Nada de Bing ou Yahoo: Google considera Amazon sua principal concorrente

Durante uma visita à sede da Native Instruments – startup de software e hardware especializada em produção musical – nessa última segunda-feira (13), o presidente-executivo da Google, Eric Schmidt, disse que considera a Amazon a principal concorrente da empresa no ramo de pesquisas online. Schmidt viajou para Berlim, na Alemanha, para justificar por que a companhia não deveria ser regulamentada como um “pedágio” da internet.

“Muitos pensam que nossos principais competidores são serviços como Bing e Yahoo. Porém, na verdade, nosso principal rival no ramo de buscas é a Amazon”, disse o executivo. Ele contou que geralmente as pessoas não consideram a Amazon um serviço de procura, mas, se você busca algo específico para comprar, muitas vezes vai direto para a página da empresa em vez de checar em sites de pesquisa.

A Google vem sofrendo processos de antitruste na Europa, sendo acusada de ter influência demais na web – com 90% do mercado de buscas online nas mãos. Além disso, páginas de consultas específicas, como Yelp (análise de comércios locais) e TripAdvisor (informações e opiniões sobre turismo e viagens), têm trazido à tona que o monopólio da Gigante vem prejudicando seus negócios.

Schmidt diz que a Google tem a mesma influência de empresas como Facebook e Amazon, e que eles não são tratados como portas de entrada obrigatórias para a internet. “A verdade é que a Google trabalha de forma bem diferente de outras companhias tratadas desse jeito e regulamentadas como tais. [...] Não somos uma rede de telecomunicação ou companhia elétrica, sem espaço para concorrência. Ninguém está preso ao uso exclusivo da Google”, relatou o executivo.

 

Fonte: TecMundo
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