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Snapchat permite enviar dinheiro para amigos


Você já deve conhecer o Snapchat, app para enviar fotos ou vídeos que desaparecem após alguns segundos. Ele se tornou um fenômeno e fez sua criadora “valer” US$ 10 bilhões. Como a empresa ganha dinheiro? Com anúncios estranhos e, agora, com envios de dinheiro para seus contatos.

Para usar o Snapcash, basta cadastrar um cartão de débito, abrir o chat, digitar um cifrão mais o valor a transferir, e pronto.

Você já deve conhecer o Snapchat, app para enviar fotos ou vídeos que desaparecem após alguns segundos. Ele se tornou um fenômeno e fez sua criadora “valer” US$ 10 bilhões. Como a empresa ganha dinheiro? Com anúncios estranhos e, agora, com envios de dinheiro para seus contatos.

Para usar o Snapcash, basta cadastrar um cartão de débito, abrir o chat, digitar um cifrão mais o valor a transferir, e pronto. Este vídeo bizarro mostra como isso funciona:

O recurso já está disponível no Android – o iOS receberá uma atualização em breve – para usuários com 18 anos ou mais, e que moram nos EUA.

O Snapcash é basicamente uma versão do Square Cash, que permite transferir dinheiro para seus amigos via e-mail, digitando um cifrão mais o valor no campo “assunto”. A Square é uma empresa cofundada por Jack Dorsey (do Twitter) que transforma smartphones em maquininhas de cartão usando um pequeno acessório.

É a Square que armazena seus dados de cartão. Isso é uma boa notícia, já que o Snapchat não é muito conhecido por sua segurança. Na virada do ano novo, hackers vazaram login e celular de 4,6 milhões de usuários. E no mês passado, houve mais um vazamento, desta vez de milhares de fotos trocadas por adolescentes no app.

Privacidade

Falando nisso, o Snapchat atualizou sua política de privacidade enquanto lançava o Snapcash. Agora eles dizem que, bem, não há como garantir que suas fotos picantes foram mesmo deletadas:


Não podemos garantir que as mensagens serão apagadas dentro de um prazo específico. E mesmo depois de excluirmos a mensagem dos nossos servidores, os mesmos dados podem permanecer em backup por um período limitado de tempo.


A política ainda diz que os usuários deveriam ter “bom senso”: “não envie mensagens que você não iria querer que alguém salvasse ou compartilhasse”.

O Facebook – que tentou comprar o Snapchat, mas não conseguiu – está preparando um recurso para enviar dinheiro aos seus amigos através do Messenger. A rede social lançou este ano dois concorrentes ao Snapchat – Slingshot e Bolt. Nenhum deles vingou. [Snapchat Blog via Valleywag]

 

Fonte: Gizmodo

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Anatel obriga provedores de internet a fornecer, no mínimo, 40% da velocidade contratada

Há dois anos, começaram a valer regras da Anatel para aumentar a qualidade da banda larga fixa e móvel no Brasil. Ela estabelece metas para a velocidade instantânea – medida a qualquer momento – além da velocidade média, latência e estabilidade da sua conexão.

Todo mês de novembro, as metas se tornam mais rigorosas. Por isso, a velocidade instantânea da sua conexão agora deve ser, no mínimo, 40% do valor contratado. A velocidade média, por sua vez, deve ser pelo menos 80% do que você contratou.

Ou seja, se você tem um plano de 10 Mbps, a velocidade não pode cair para menos de 4 Mbps em nenhum momento. Mas ela também não pode ficar próxima a esse valor: a velocidade média deve ser de pelo menos 8 Mbps ao longo de cada mês.

A regra também vale para a banda larga móvel: se seu plano 4G promete 5 Mbps, por exemplo, a velocidade nunca pode cair para menos de 2 Mbps, e a velocidade média precisa ser de pelo menos 4 Mbps ao longo do mês.

Essas regras valem apenas para prestadoras com mais de 50 mil clientes. Isso inclui as operadoras móveis Oi, TIM, Claro e Vivo, mais as fixas NET, GVT, Algar Telecom, Embratel, Sercomtel, Cabo Telecom e Live TIM.

Monitoramento


Mas como saber se as operadoras estão cumprindo a regra? Desde 2012, a Anatel está de olho. A agência distribui, em todo o país, milhares de equipamentos gratuitos para aferir a qualidade da banda larga fixa. O Whitebox se conecta ao roteador e envia dados de velocidade à Anatel. Você pode ser um voluntário para esses testes: basta acessarwww.brasilbandalarga.com.br e preencher seus dados.

Você também pode enviar os dados da sua conexão fixa acessando o site da EAQ (Entidade Aferidora da Qualidade de Banda Larga), após realizar um teste que requer o plugin Java.

Por sua vez, a qualidade da banda larga móvel é monitorada por medidores instalados em escolas atendidas pelo Projeto Banda Larga nas Escolas Públicas Urbanas.

Para testar a qualidade da sua banda larga móvel, você pode instalar o app Brasil Banda Larga para iOS e Android. Mas atenção: ele vai gastar até 6 MB da sua franquia para medir a velocidade de download e upload.

Todas as operadoras com mais de 50 mil usuários – de banda larga fixa e móvel – também precisam fornecer, em seus respectivos sites, um medidor próprio para velocidade, latência, jitter e taxa de perda de pacotes.

Estabilidade, latência e jitter

As regras da Anatel ainda exigem, desde novembro do ano passado, que o serviço não pode cair por 99,5% do tempo. Ou seja, existe um máximo de 3h36min de interrupção em um mês.

A latência, por sua vez, deve ficar no máximo em 80 milissegundos para conexões terrestres e 500 ms para conexões via satélite. A variação da latência (ou jitter) deve ficar no máximo em 40 ms; e a perda de pacotes deve chegar, no máximo, a 1%.


Os dados

Neste relatório, a Anatel mostra quais empresas de banda larga móvel não cumpriram as metas de velocidade em junho de 2014, dependendo do Estado. São elas:

  • TIM: no Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins
  • Oi: em Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe
  • Vivo: em Alagoas, Bahia, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins

A Anatel não revelou os números da Claro no Acre, Amapá, Santa Catarina e Sergipe, “devido à identificação de inconsistências no mapa de cobertura apresentado pela prestadora”. Nos outros estados, ela cumpriu as metas de velocidade.

Quanto à banda larga fixa, a Oi não cumpriu metas de velocidade na Bahia, Pernambuco e Piauí; nem a Algar Telecom em São Paulo. GVT e NET cumpriram a meta nos Estados onde foram testadas.

No entanto, os dados aqui são mais incompletos: a Anatel não revela os números da GVT no DF, GO, MT e MS; nem os números da Oi no AC, DF, GO, MT, MS, RO e TO, “devido a problemas técnicos identificados na conexão do servidor de medição localizado em Brasília”.

E se não cumprir?

Caso as operadoras desrespeitem essas regras da Anatel, a agência pode “estabelecer prazos para que o problema seja resolvido, aplicar multas ou até determinar a proibição de vendas”, como explica a Agência Brasil. As penas vão evoluindo de advertências até chegarem em multas e na suspensão das atividades da operadora.

Caso seu serviço de internet esteja abaixo do que a Anatel exige, você pode entrar em contato com a agência para denunciar o problema. Pode ser pela internet, por telefone ou pessoalmente nas representações em cada Estado – saiba mais neste link. [Anatel viaAgência Brasil]

 

Fotos por Anderson Silva e Ed Yourdon/Flickr

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Monstrão da Motorola, Droid Turbo será anunciado no Brasil; veja evidências

O monstro foi, finalmente, revelado. Ontem (28), a Motorola anunciou, em uma conferência para a imprensa, a existência do Droid Turbo, um smartphone com hardware parrudo capaz de impressionar qualquer um acostumado a ler especificações técnicas de dispositivos da categoria.

Apesar de não ter sido feita uma confirmação oficial sobre a chegada do aparelho ao Brasil, há alguns detalhes que compravam que o dispositivo virá para terras tupiniquins. Portanto, há uma luz no fim do túnel para aqueles que se interessaram por esse smartphone impressionante. Confira, a seguir, as três evidências...

1. Outros aparelhos “Droid” lançados por aqui

Uma das evidências apontadas pelo público é o fato de outros aparelhos da linha “Droid” também terem sido lançados por aqui. Alguns desses modelos, entretanto, não mantiveram o mesmo nome, sendo que a Motorola optou pelo título “RAZR” para nomear esses dispositivos.

Modelos bastante antigos da fabricante, inclusive, trazem um acabamento com Kevlar parecido com o que encontraremos no Droid Turbo. O RAZR HD e o RAZR MAXX, cujos nomes originais são Droid RAZR HD e Droid MAXX respectivamente, são ótimos exemplos.

2. Proximidade do anúncio do Droid Turbo com um evento no Brasil

Como comentamos na matéria em que destrinchamos o Droid Turbo, um evento programado para o dia 5 de novembro destinado à imprensa pode ser uma ótima oportunidade para a Motorola revelar que o smartphone vai chegar ao Brasil. Afinal, porque um evento tão próximo do anúncio do aparelho?

Outra das grandes apostas para esse evento é o anúncio do Nexus 6, aparelho da companhia produzido em parceria com a Google. A imagem abaixo é uma cópia do convite que foi enviado a uma série de veículos de comunicação na internet. Será que teremos estas duas revelações bombásticas na próxima quarta-feira?

3. O próprio convite

Aqueles leitores mais atentos já perceberam um pequeno detalhe que a Motorola deixou “escapar”. A imagem de fundo do convite acima é parte de uma foto que foi usada para divulgar o próprio Droid Turbo. Essa é, sem dúvidas, a evidência mais forte de que o smartphone será ao menos revelado no próximo dia 5 de novembro.

Afinal, por que companhia teria usado essa imagem para divulgação do convite? Teria sido um erro grave fazer isso “sem querer”, principalmente porque é perfeitamente possível identificar, no convite, a traseira confeccionada com o nylon balístico que equipará o Droid Turbo.

Estas são as evidências que comprovam que esse super smartphone da Motorola será lançado no Brasil. O que você acha? Aposta nessa possibilidade, assim como nós? Deixe sua opinião no campo dos comentários e fique ligado, pois dia 5 estaremos no evento para trazer todas as novidades da Motorola para você!

Fonte: Tecmundo

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Doze das 32 empresas mobile mais valiosas são relacionadas a games

Um estudo elaborado pela empresa de consultoria financeira Digi-Capital e divulgado pelo site Games Industry mostra que a indústria dos games está dominando boa parte do mercado mundial de softwares mobile.

Segundo o estudo, 12 das 32 companhias mobile bilionárias tem alguma relação com a área dos games. É claro que os primeiros lugares no ranking ficam para empresas conhecidas globalmente, como Twitte e Whatsapp, mas é só descer um pouco na lista para ver o domínio dos games, especialmente na Ásia.

Empresas de games dominam lista das companhias de desenvolvimento mobile

A melhor empresa gamer do ranking é a japonesa GungHo, que está na oitava posição e vale cerca de US$ 4,9 bilhões. A companhia tem como seus principais lançamentos jogos como Freak Tower e Puzzle & Dragons, ambos lançados para iOS e Android.

 

Mais abaixo está a japonesa Mixi (US$ 4 bilhões), na 12ª posição, a também japonesa Colopl (US$ 3,8 bilhões), na 13ª, a chinesa Ourpalm (US$ 3,2 bilhões), na 14ª posição, e a britânica King (US$ 3.2 bilhões), na 15ª. Por aqui, a King é a empresa mais conhecida por ter lançado o viciante Candy Crush Saga.

 

Quem está no topo da lista é o Twitter, valendo US$ 29,8 bilhões, seguidos do WhatsApp, valendo US$ 21,8 bilhões, e Uber, em terceiro, avaliado em US$ 17 bilhões.

 

A pesquisa revelou também que a maioria destas empresas estão situadas nos Estados Unidos, com 13 empresas, seguidos por Japão, com oito, e China, com seis. O Brasil não faz parte da lista.

 

Veja a lista completa das 32 empresas mobile avaliadas em mais de US$ 1 bilhão:

 

Fonte: Gizmodo

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Energia solar é pior do que outras fontes renováveis, diz União Europeia

A energia solar está bem estabelecida e em constante evolução. Mas, de acordo com um novo relatório da União Europeia, seu impacto econômico é incrivelmente custoso e muito pior do que energia eólica ou hidroelétrica.

O relatório considerou não apenas os custos operacionais e de capital das usinas, mas também seus impactos econômicos em termos de mudança climática, poluição e esgotamento de recursos. Pode parecer duro, mas há muitos dados por aí para fundamentar os cálculos.

Os autores do relatório calcularam custos nivelados – o custo econômico estimado por megawatt-hora de eletricidade gerada por cada tecnologia. E as coisas não ficaram bonitas para a energia solar. De acordo com a análise, usinas novas de carvão e gás natural custam cerca de US$ 64 megawatts-hora, eólica US$ 102, energia nuclear US$ 115 e energias solares em escala utilitária US$ 127.

Por quê? Parece, de acordo com o Technology Review, que é por causa da fabricação de células solares. A maior parte delas é feita na China, e lá, a eletricidade é extremamente intensiva em carbono. Junte a isso o fato das células usarem recursos importantes de metal e o impacto econômico geral não é bom.

Vale ressaltar que o relatório foi feito com base em dados de 2012 – esse tipo de estudo demora esse tempo para ser concluído. Então é capaz de as coisas terem mudado nos últimos dois anos – porém, provavelmente não mudaram muito. [European Commission via Technology Review]

Imagem de topo: AP/Jerry McBride

 

Fonte: Gizmodo

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