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Campus Party Recife 3

A Campus Party é um evento tecnológico que atrai, todos os anos, estudantes e profissionais da área para aprender, ensinar, discutir e trocar experiência. Este ano completa sua terceira edição em Recife, recebendo visitantes de diversos estados nordestinos.

O evento teve início ontem (23), a noite, no Centro de Convenções, em Olinda-PE e dentre outras coisas, contou com distribuição de brindes e acomodação dos campuseiros. Apenas hoje (24), começaram as palestras sobre os mais diversos temas, porém mantendo sempre o foco no empreendedorismo.

Além das palestras, os participantes participam de workshops e concursos tecnológicos.

Quatro mil campuseiros se reúnem durante os 5 dias.

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Hackers Bar em Tóquio oferece drink chamado “Tela azul da morte”

Tóquio é uma cidade repleta de tecnologia e muita excentricidade. É nas terras nipônicas que a Capcom inaugurou um bar temático baseado na série, por exemplo, que transporta os visitantes para Racoon City oferecendo inclusive um prato chamado “cérebro de zumbis”.

E para aproveitar essa atmosfera geek que paira sobre a capital japonesa, Aki Nakao lançou um estabelecimento chamado Hackers Bar, totalmente decorado com elementos que remetem a tecnologia e que conta com diversos drinks baseados na cultura nerd.

Bebidas nerds

Você pode pedir um drink chamado “Tela azul da morte”, em homenagem ao famoso erro fatal que amedrontou os usuários de Windows por anos; O “Kernel Panic”, que tem efeitos semelhantes em um Mac; o “Código Espaguete”, que faz referência a um programa de computador que não segue as regras da programação estruturada; entre outros.

O bar oferece ainda quatro eventos ao vivo de programação por semana. Através de três telas, os clientes podem assistir no que o “hacker” da noite está trabalhando. E o próprio bar aproveita-se do trabalho produzido pelos profissionais, como um app para iOS que registra a guia dos clientes, exibe em um monitor via AirPlay, além de mandar imprimir uma cópia em papel.

Fonte(s): The Verge

Imagens: The Verge

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Buzz Aldrin: o segundo homem a pisar na Lua, mas o primeiro a tirar uma selfie no espaço

Esse fim de semana a Missão Apollo 11 — que levou o primeiro homem a pisar na Lua — completa 45 anos. Mas Buzz Aldrin, o segundo astronauta a descer ao satélite, revelou mais uma de suas muitas realizações: em 1966, ele tirou a primeira selfie feita no espaço. Toma essa, Instagram.

A foto foi tirada numa atividade extra-veicular durante a Missão Gemini 12, em novembro de 1966. Um professor da Universidade de Northwestern tornou possível para os astronautas tirar fotos das estrelas em ultravioleta, usando uma câmera montada na parte de fora da nave espacial. As fotos experimentais deveriam ser tiradas no escuro, mas quando a nave passou para a luz do dia, Buzz não pode deixar de tirar uma foto de si mesmo com a Terra atrás dele.

 

Fonte: Gizmodo

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Você pode ser alérgico aos seus próprios gadgets

Um estudo publicado na revista Pediatrics diz que um garoto de 11 anos sofreu com alergias na pele por usar um iPad de primeira geração – a superfície do tablet continha níquel, metal que causa reações alérgicas em 17% das mulheres e 3% dos homens.

É a primeira vez que o iPad é associado a alergias; mas infelizmente, o níquel está presente em diversos celulares, laptops e até dispositivos vestíveis.

No caso do menino, ele sentia uma coceira na pele que não conseguia ser resolvida por tratamentos padrão. Após testes, os médicos descobriram que ele tinha alergia a níquel, e que a superfície do iPad (comprado em 2010) continha níquel com dimetilglioxima. Ao usar uma capa no tablet, a alergia passou.

A Apple diz em comunicado que alergias como essa “são extremamente raras”, e que usa materiais “que cumprem as mesmas normas rigorosas estabelecidas para joias tanto pelos EUA… como pela Europa”. Essas normas existem pois casos de alergia a níquel são comuns ao usar certas joias e acessórios, que possuem uma amálgama desse metal.

O caso seria perfeito para declarar uma “alergia a iPad”, mas ainda não sabemos quantos iPads contêm níquel, e o uso desse metal é mais difundido do que se imagina.

De acordo com um estudo de 2012, cerca de um terço de todos os BlackBerries contém níquel, enquanto os iPhones e Androids testados não traziam o metal em sua superfície. Em 2013, outro estudo identificou que celulares simples e BlackBerries contêm níquel na superfície, enquanto iPhones estavam livres do metal.

Este ano, mais outro estudo corrobora isso:

“Dos celulares testados, metade dos BlackBerries, 75% dos dumbphones da Samsung e 70% dos dumbphones da Motorola tinham níquel ou cobalto no teclado ou no fone de ouvido. No entanto, iPhones, Nokias e Androids não traziam o metal.”

Alergias a níquel podem também ser causadas por laptops, lâminas de barbear e controles de videogame.

A preocupação com alergias agora é maior por causa do boom de dispositivos vestíveis. Um editor do Engadget teve uma forte alergia depois de usar a pulseira Jawbone Up24 por algumas semanas. Este ano, a Fitbit fez recall de todas as pulseiras Force por conterem níquel, após reclamações de muitos usuários.

E os casos de alergia estão aumentando: a dermatologista Sharon Jacob, coautora do estudo do iPad, diz que 25% das crianças nos EUA que passam por teste dermatológico apresentam alergia a níquel, contra 17% há dez anos. Infelizmente, essa pode ser mais uma preocupação na hora de comprar – e usar – gadgets. [Associated Press via CNET]

Foto do BlackBerry por AP Photo/Oliver Lang

Fonte: Gizmodo

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Google anuncia Project Zero, equipe de hackers de elite caçadores de bugs na internet

A internet está cheia de furso de segurança, e não é muito difícil que hackers os encontrem e se aproveitem deles. O Google não gosta disso, e anunciou hoje o Project Zero, uma equipe de segurança com o objetivo de proteger a internet como um todo. Como fazer isso? Caçando vulnerabilidades de dia zero.

Há anos empresas de tecnologia fazem programas de caça a erros com recompensa para os hackers que encontrarem e relatarem alguma falha. No começo deste ano um engenheiro da computação brasileiro ganhou R$ 80.000 após descobrir uma falha no Facebook. Também no começo do ano, George Hotz desmantelou as defesas do Google Chrome OS e ganhou US$ 150.000 como prêmio pelo feito e também para ajudar a consertar as brechas de segurança.

Vulnerabilidade na internet deixou dados criptografados expostos por dez anos

Talvez o nome George Hotz pareça familiar. E de fato é. Conhecido na internet como geohot, ele é uma das cabeças por trás do Jailbreak para o iOS, e também destravou o PlayStation 3. Depois de mexer com a cabeça do Google, ele recebeu uma proposta: fazer parte de uma equipe de hackers de elite focados 100% do tempo em caçar falhas de segurança na internet. E, assim, geohot foi para o lado do Google e integra o Project Zero.

Sob o comando de Chris Evans, um engenheiro de segurança do Google, o grupo de hackers vai vasculhar os softwares mais usados na internet em busca de falhas que possam ser exploradas por hackers. São as famosas vulnerabilidades “dia zero”, aquelas que podem muito bem ser aproveitadas por hackers ou agências de inteligência – e muitas vezes são. Quando encontradas pelo pessoal do Project Zero, os responsáveis pelo desenvolvimento do software serão alertados – e, até sair um patch de correção, apenas eles saberão da descoberta do erro. Depois disso, elas serão colocadas em um banco de dados externos e a comunidade de desenvolvedores em geral poderá debater a falha, os riscos dela, entre outras coisas.

Gigantes da tecnologia vão ajudar projetos de código aberto para evitar um novo Heartbleed

E quando o Google diz que é uma equipe de hackers “de elite”, ele não está brincando. Além de geohot, o Project Zero conta também com nomes como o neozelandês Ben Hawkes (que descobriu diversos bugs em softwares como o Microsoft Office no ano passado), Tavis Ormandy (um pesquisador inglês conhecido por ser um dos maiores caçadores de bugs da indústria) e Brit Ian (que descobriu seis bugs no iOS, OSX e Safari nos últimos meses). Esses são apenas alguns nomes – o Google diz que vai atrás de ainda mais gente para sua caça a falhas na internet.

Esperamos ouvir mais sobre o Project Zero e suas possíveis conquistas ao longo dos próximos meses. Se cumprir o que promete, a internet poderá ficar mais segura – afinal, em algum lugar do mundo um hacker contratado pelo Google está de olho nas possíveis falhas que podem prejudicar a nós, pobres usuários.

[Google via Wired, The Next Web]

 

Fonte: Gizmodo

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