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Operadoras já estudam banda larga 5G

Enquanto as redes 4G ainda engatinham no Brasil, o mundo começa a definir o padrão da próxima geração para a banda larga móvel que deve começar a ser implementada a partir de 2020. O primeiro documento sobre o 5G prevê que a evolução da tecnologia permitirá velocidades de conexão de até 1 gigabits por segundo (Gbps), atualmente alcançadas só em redes fixas.

Um grupo formado pelas 24 maiores operadoras do mundo, além de 23 fabricantes de dispositivos e 20 universidades, prevê velocidades de até 1 Gbps em pontos próximos a antenas e de pelo menos 50 Mbps em toda a extensão das redes, incluindo áreas rurais. No modelo proposto, a tecnologia de 5G seria capaz de atender até 100 mil conexões por quilômetro quadrado, e permitiria o uso da internet mesmo em deslocamentos de grande rapidez, como nas viagens de avião ou de trens-bala.

Batizado de Nova Geração de Redes Móveis (NGMN, na sigla em inglês), o grupo divulgou agora a primeira versão do estudo com as diretrizes do 5G. Os dados completos serão divulgados no fim de março, para depois serem levados à União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão vinculado à ONU.

Com a perspectiva de que, no futuro, casas, automóveis empresas e pessoas estarão cada vez mais conectados, a quinta geração de banda larga móvel precisará de uma arquitetura de rede que consiga prover abrangência e confiabilidade de cobertura para dezenas de bilhões de dispositivos que se comunicarão em tempo real, mas preservando a segurança e a privacidade dos dados.

O NGMN projeta um mundo no qual o 5G permitirá que a chamada "internet das coisas" esteja ligada "em todo lugar, a qualquer momento". Para conseguir alcançar tais objetivos, o grupo vai propor à UIT a liberação pelos governos de frequências altas, acima de 6 gigahertz (GHz), atualmente utilizadas para a comunicação de satélites e radares. Essas faixas altíssimas seriam combinadas com frequências mais baixas - e geralmente ocupadas por outros serviços, como TV ou rádio - para permitir uma maior cobertura de rede.

Para efeitos de comparação, o 4G no Brasil é oferecido na faixa de 2,5 GHz, que em breve será combinada com a frequência de 700 megahertz (MHz) leiloada no ano passado.

Para o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, mais importante do que a frequência escolhida para o 5G deverá ser o tamanho da banda disponível para cada empresa. "Com certeza será necessário usar diversas frequências combinadas para oferecer o serviço de acordo com as diversas possibilidades de uso do 5G, mas o tamanho da banda será fundamental. No 4G, por exemplo, as empresas adquiriram lotes de 10 MHz (download) + 10 MHz (upload). No 5G poderemos ter leilões com lotes de pelo menos 50 MHz + 50 MHz, o que torna obrigatória a liberação de mais frequências para o setor", diz

Competição

Com a necessidade de mais espaço para cada empresa em um espectro magnético limitado e já bastante ocupado por outros serviços, Tude avalia que os futuros leilões do 5G devem ter uma disputa acirrada entre as companhias, algo que não aconteceu no último leilão de 4G.

"Temos atualmente um modelo com quatro grandes teles competindo no mercado brasileiro que podem vir a se tornar apenas três dentro de um processo de consolidação que talvez aconteça. Não acredito em um futuro com menos operadoras que isso, então a disputa por banda de frequência no 5G será importante", completa o especialista. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Eduardo Ferreira - Brasília

Via EmResumo

Fonte: AE

Imagem: Rafael Neddermeyer/ Fotos Pública
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LibreOffice chega ao Android em fase testes


Depois de a Microsoft finalmente liberar a sua famosa suíte de aplicativos para escritório na Google Play, chegou a vez do LibreOffice se aventurar no Android. A famosa plataforma conhecida no Linux agora pode ser baixada em caráter de testes. O software ainda não está completamente estável, mas já permite ler documentos, planilhas e apresentações. A possibilidade de edição deve vir mais tarde.

Assim como no PC, no Android o LibreOffice é completamente gratuito. Ele pode abrir os seguintes formatos para leitura:

  • Open Document Format (.odt, .odp, .ods, .ots, .ott, .otp)
  • Microsoft Office 2007/2010/2013 (.docx, .pptx, .xlsx, .dotx, .xltx, .ppsx)
  • Microsoft Office 97/2000/XP/2003 (.doc, .ppt, .xls, .dot, .xlt, .pps)

Mesmo tendo sido lançado ontem, o software já recebeu atualizações que corrigiram as principais falhas referentes à estabilidade da ferramenta. Agora, o app deve funcionar melhor, tanto é que sua classificação na Play Store chegou a 4,2 estrelas.

Você pode conferir nossa análise sobre o app no Baixaki e fazer o download no seu smartphone ou tablet.

Fonte: Google Play

Imagem: LinuxG
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Twitter não quer que usuários badalados compartilhem links do Instagram

O ditado diz que “uma mão lava a outra”. Mas quando uma ganha mais atenção que a outra, a situação pode ter um rumo completamente diferente. As redes sociais – leia-se Facebook, Twitter e Instagram, citando as principais – até que não brigam, mas cada uma tem sua fatia do bolo. Quando um usuário compartilha o link de uma rede em outra com frequência, alguém vai se incomodar. E a equipe do Twitter se incomodou com o excesso de links do Instagram no microblog.

Os usuários mais badalados do Twitter receberam avisos na última quinta-feira dizendo que, em seus tuítes, eles não precisam usar links do Instagram para divulgar fotos, mas sim postá-las diretamente no microblog. A mensagem diz exatamente isso: “Poste suas fotos diretamente no Twitter para garantir que seus fãs sempre as vejam”.


O recado teria sido enviado a usuários seletos do microblog, principalmente aqueles com muitos seguidores. Os mais influentes em mídia, entretenimento, esportes e outras categorias foram notificados, relata ao Mashable uma fonte próxima ao Twitter. Essa mesma fonte teria dito que o aviso é um “esforço” para mostrar às celebridades e aos usuários como utilizar a função do microblog para postagem de fotos.

A ação ocorre dois anos após o Instagram ter bloqueado o suporte para exibir imagens em tuítes, mais ou menos no mesmo período em que o Twitter introduziu edição nativa e filtros de imagens. Desde então, a popularidade do Instagram continuou a crescer, muito graças à aquisição do serviço pelo Facebook. Recentemente, a rede social voltada a fotos superou o Twitter em números de usuários ativos.

Muitos usuários do microblog continuaram a compartilhar screenshots direcionadas às fotos do Instagram, mas certas celebridades simplesmente tuitaram links para postagens no Instagram sem qualquer imagem. Isso, direta ou indiretamente, “canaliza” usuários ao Instagram e dá margem para diminuir a base do Twitter, que já não tem a mesma força de antigamente.

O microblog continua investindo em conteúdo multimídia, com planos de lançar uma ferramenta nativa de vídeo até o final deste ano e mais.

Fonte: Mashable
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Primeiro ministro do Reino Unido quer banir apps de bate-papo criptografados que não oferecem brechas

O primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron, revelou que, se reeleito, planeja bloquear aplicativos com criptografia de ponta a ponta, como WhatsApp e iMessage, a menos que o governo tenha acesso via backdoor às mensagens dos usuários.

Citando o ataque à Charlie Hebdo para dar corpo ao seu argumento, Cameron usou como exemplo as conversas por cartas e telefonemas como parte das técnicas de vigilância e segurança – essas podem ser monitoradas por investigadores se um mandado for concedido; apps criptogrados, não.

“Nós permitiremos um meio de comunicação que simplesmente é impossível de ser lido?”, disse Cameron enquanto fazia campanha. “Minha resposta para essa pergunta é: ‘não, não permitiremos.’”

“Os ataques em Paris demonstraram a escala da ameaça que enfrentamos e a necessidade de termos poderes através da nossa inteligência e agências de segurança para manter o nosso povo seguro.”

Cameron também revelou suas intenções de ressuscitar o chamado “Snooper’s charter”, uma antiga lei que dá ao governo britânico o poder de saber com quem e por quanto tempo você fala.

Não está claro, nem foi explicado como, o governo de Cameron conseguirá cumprir essa promessa – com sistemas e apps aumentando a criptografia e tornando-a padrão exatamente para evitar a espionagem de órgãos como a NSA e o GCHQ, além da parte técnica, conservadores britânicos terão trabalho para fazer dessa proposta algo popular entre os cidadãos. [Independent]

 

Fonte: Gizmodo

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Amazon fecha acordo para produzir série exclusiva do diretor Woody Allen

Woody Allen é um famoso (e polêmico) diretor de cinema, conhecido pelos filmes Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Vicky Cristina Barcelona, Meia Noite em Paris, entre muitos outros. Agora, ele vai fazer uma série pela primeira vez – e ela será exclusiva da Amazon.

Trata-se de uma comédia com episódios de meia hora, ainda sem título, que será escrita e dirigida por Allen. Ele tem alguma experiência em TV, porque começou a trabalhar nos anos 50 criando roteiros. Mas é engraçado que ele não parece estar muito confiante sobre o projeto:

"Eu não sei como entrei nessa. Eu não tenho ideias e não tenho certeza por onde começar. Meu palpite é que Roy Price [diretor da Amazon Studios] vai se arrepender."

Desde 2013, a Amazon Studios produz séries. Ela normalmente trabalha com episódios-piloto: o público assiste, fornece feedback para a Amazon e a empresa decide quais episódios merecem uma temporada completa.

Mas Woody Allen, claro, não passará por isso. Assim como na Netflix, a temporada já foi aprovada sem que um piloto tenha sido lançado.

Esta semana, a Amazon ganhou dois Globos de Ouro pela série Transparent, e continua dedicada a conteúdo original: ela já produziu sete séries diferentes, e lançará mais cinco ainda este ano.

Infelizmente, todo esse conteúdo está restrito a poucos países. As séries da Amazon estão disponíveis para assinantes do serviço Prime nos EUA, Reino Unido e Alemanha; com a série de Allen, será a mesma coisa.

A Amazon está interessada em fazer séries para convencer mais pessoas a assinar o serviço Prime. Ele custa US$ 99 por ano e oferece frete grátis para produtos físicos, um catálogo de músicas para streaming, 500.000 e-books para alugar, 40.000 filmes e séries, entre outros. [Amazon]

Foto: Woody Allen e seu clarinete; além de cineasta, ele é fã de jazz (Colin Swan/Flickr)

 

Fonte: Gizmodo

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